| PT | 
Ir para:    página inicial    |    conteúdo página    |    pesquisa 

Quinta do Pessegueiro investe 10 milhões no Douro

[ 09/07/2012 ]

À cabeça de um grupo que se tornou, ao fim de 50 anos, líder da moda infantil, Roger Zannier está hoje igualmente presente em várias regiões vitícolas do mundo, tais como a região do Douro (Portugal) e em Provence (França).

Nas suas frequentes visitas a Portugal no âmbito das suas atividades têxteis, Roger Zannier descobre a Quinta do Pessegueiro, sendo literalmente seduzido pela propriedade e região do Douro. Em 1991, adquire o terreno, começando imediatamente a plantar vinhas. Nasceu assim o seu primeiro e um dos seus mais importantes investimentos no setor vinícola.

A propriedade expandiu-se com o decorrer dos anos, sendo atualmente constituída por três quintas, todas situadas na região do Douro.

Sendo esta região uma das mais improváveis onde o homem alguma vez tentou plantar vinha, foram necessárias a clarividência e modéstia de um capitão respeitador da terra, tal como João Nicolau de Almeida, para associar técnicas ancestrais com os métodos mais modernos de enologia e viticultura.

A família é um dos valores mais prezados por Roger Zannier. Foi nesse espírito que entregou ao seu genro, Marc Monrose, a direção da propriedade. Este borgonhês de origem, sensível à terra, apegado às culturas e aos valores, ao amor da vida e do vinho, é indiscutivelmente o homem indicado para levar a bom porto esta missão e conduzir a empresa rumo ao sucesso.

Estas bases extraordinárias, associadas à paixão e ao compromisso inabalável na autenticidade, favorecem a elaboração de vinhos excecionais, que somos convidados a descobrir nas suas garrafas.

Nascido no Porto, João Nicolau de Almeida costumava passar as férias com a família no Douro. Herdeiro e seguidor de uma linhagem familiar relacionada com o vinho do Porto, nutre uma verdadeira paixão pela região e empenha-se em perpetuar e continuar o trabalho dos seus antepassados. Para além de uma sensibilidade natural, empenhou-se numa sólida formação em técnicas de viticultura e enologia. Os projetos de Roger Zannier na Quinta do Pessegueiro, únicos no Douro, vieram dar a João Nicolau de Almeida a oportunidade de concretizar os seus próprios sonhos. Pela sua cultura, as suas raízes, mas também pela sua jovial vivência, ele é sem dúvida a pessoa indicada para cruzar legado e modernidade.

Trabalha desde 2006 na perspetivação da propriedade, tendo regenerado a exploração agrícola e restaurado a sua capacidade produtiva.

Para levar a bom porto a sua missão, pode contar com a inestimável colaboração de Marc Monrose, Diretor-Geral e Comercial da propriedade. Homem apaixonado, enérgico, epicureu e conhecedor, Marc Monrose encarna indubitavelmente a visão e os valores tão prezados por Roger Zannier.

O enriquecimento mútuo, a paixão que os anima, a motivação e o investimento dos colaboradores e o respeito pela terra e natureza, levam João Nicolau de Almeida e Marc Monrose a conduzir, ano após ano, a Quinta do Pessegueiro para o grupo de topo dos grandes vinhos do Douro e do mundo.

A autenticidade no seu auge

Os vinhos produzidos na Quinta do Pessegueiro seduzem pela sua qualidade inegavelmente superior, fruto de um projeto completo e equilibrado cujo objetivo é valorizar a originalidade e as propriedades de cada pequeno terreno vinícola da maneira mais verdadeira possível.

Segundo João Nicolau de Almeida, o laborar a vinha é a parte mais importante do trabalho. “Nós raciocinamos por parcela de vinha. Cada uma delas goza de um tratamento específico para que a uva exprima naturalmente o seu maior potencial”.

Todas as castas utilizadas nas propriedade são autóctones. São as mais adaptadas à geologia e ao clima, tão específicos da região. Longe da ideia única e dos gostos dominantes que se espalharam por todas as regiões vitícolas do mundo, as  variedades de vinha utilizadas originam vinhos que exprimem maravilhosamente o caráter extraordinário do Douro.

Na adega os vinhos são separados por parcelas, o que permite reconhecer cada uma das suas singularidades, traçar as especificidades e os matizes do seu terreno. É por isso também que temos cubas pequenas. Os métodos de elaboração permitem que o vinho possa evoluir o mais naturalmente possível.

Todas situadas na sub-região do Cima Corgo, as parcelas beneficiam de características históricas e climáticas diversas e complementares. Os vinhos testemunham todo o poder do Douro associado a uma elegância especial.

No Pessegueiro, as parcelas de grande inclinação, com uma altitude compreendida entre 197 e 355 metros, estão voltadas para Oeste. Geralmente, a maturação das uvas é tardia, resultando em vinhos muito complexos e frutados, tanto no aroma como no paladar, com notas de especiaria, cacau e café.

Na Teixeira, as parcelas estão voltadas para Norte, cuja altitude varia entre 85 e 260 metros, sendo que o solo rochoso contém mais terra. Estas condições resultam num magnífico vinho concreto, com uma estrutura potente e ao mesmo tempo fresco, direto e frutado. É exclusivamente com as melhores uvas selecionadas e colhidas nas parcelas da Teixeira e Pessegueiro que é são feitos os vinhos DOC Douro e Vinhos do Porto.

AGROGESTÃO

É com grande prazer e orgulho que a FZ AGROGESTÃO está presente desde esta primeira hora da adega para apoiar esta equipa no desenvolvimento do seu trabalho. A acomapanhar a vinha e para ajudar a criar o que faz os grandes vinhos, a empresa vai utilizar o AGROGESTÃO.Produção. Na adega o software ENOGESTÃO vai estar presente em todas as fases da produção. O processo comercial vai ser apoiado pelo AGROGESTÃO.Comercial.

 

 

Voltar