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Herdade da Mingorra - Destino de Prova

[ 20/01/2009 ]

A Newsletter Chefes de Cozinha, na sua edição de Janeiro, elegeu como Destino de Prova a Herdade da Mingorra de Henrique Uva [cliente ENOGESTÃO].

O artigo com o título Vinhas da Ira, refere que as  terras quentes do baixo Alentejo conhecem a tradição vitícola da Herdade da Mingorra. Vinhas com décadas de história que em 2004 abriram portas ao mundo e procuram um lugar no mercado.
A Herdade da Mingorra está integrada em 1.400 ha de paisagem tipicamente alentejana, sendo a adega o coração do complexo, ocupa 2.200 metros quadrados, apenas vinifica uvas próprias e trabalha em processos de vinificação de vários níveis no entanto, a aposta na tecnologia esteve sempre virada para a valorização das técnicas tradicionais vinícolas, preservando a mística da Mingorra.

Na Mingorra a tradição e funcionalidade convivem em harmonia com as técnicas mais tradicionais para garantir vinhos de qualidade, consistentes, inovadores e com uma excelente relação qualidade/preço.
Produzem brancos tintos e rosés, entre os quais constam: Terras d’Uva 2008, Alfaraz, Cabernet sauvignon, Toriga Nacional Syrah, Uvas Castas 2004 e Vinhas da Ira 2004. Pedro Hipólito, enólogo de serviço na herdade é o responsável pela produção vinícola, fruto das castas velhas e novas estabelecidas.
Nas castas velhas, tintas, existem a Trincadeira, Aragonez, Alfrocheiro e Castelão (ainda parcelas de menor dimensão de Alicante Bouschet e Merlot) e, com menos de 12 anos e restantes, Cabernet Sauvignon, Merlot, Aragonez , mais recentemente, Touriga Nacional, Syrah e Alicane Bouschet.
Nas brancas, a produção inclui Antão Vaz e mais recentemente Arinto, Verdelho, Semillon, Alvarinho e Viogner; e ainda há espaço, em pequenas parcelas de castas tintas e brancas, para experiências. Apostas fortes e ganhadoras: “os vinhos têm sido alvo da unanimidade dos críticos no que toca à qualidade e às vendas, tanto a nível nacional como nos mercados de exportação, que têm vindo a aumentar”
Registos comprovam que as vinhas, verdadeiro património na Mingorra, existem por ali há mais de 30 anos, exploradas em 60 ha de vinha velha. Segundo a Herdade, “São das mais antigas de que há registo no Alentejo e das primeiras a serem plantadas e organizadas em talhões, armadas e separadas por castas”, e na propriedade faz-se um esforço por preservar a manutenção desta “raridade”, sem esquecer a adaptação e reestruturações essenciais às exigências actuais. Existem ainda 35 ha de vinha com 25 anos, 30 ha de vinha com 12 anos e 19 ha de vinha com 4 anos.

Na Herdade da Mingorra também existe a vertente de enoturismo, provas de vinho: pé (até 40 pessoas) e sentada (entre 4 a 16 pessoas) apresentam os vinhos com chancela Mingorra, sempre acompanhados de bolachas e queijo e com a possibilidade de adicionar enchidos ou escolher o programa de almoços disponível. E os projectos não acabam por aqui. No total os 1400 ha incluem três propriedades: Herdade da Mingorra, Sociedade Agrícola do Barrinho e Herdade dos Pelados. Aqui 135 ha são totalmente dedicados à vinha, mas também ao olival, ou não estivéssemos no Alentejo. São 200 de olival com rega, 125 a de regadio por “pivor” e os restantes de cultura tradicional e floresta. Outra vertente, é a exploração cinegética, com caça de salto às perdizes, por exemplo, e que tem em vista a construção de uma unidade de turismo rural.

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