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Caves de Santa Marta - Bodas de Ouro

[ 09/04/2009 ]

Caves de Santa Marta, a maior adega cooperativa da Região Demarcada do Douro [Cliente de referência ENOGESTÃO], comemorou 50 anos de existência.

José Eduardo Lopes, Presidente das Caves de Santa Marta em entrevista à Revista Espaço Rural, refere ter sido um privilégio, enquanto director da casa, presidir às celebrações dos 50 anos de uma empresa no sector cooperativo, numa época em que toda a turbulência no sector económico põe em causa a continuidade de algumas empresas.

As Caves de Santa Marta ao longo destes 50 anos, afirmaram-se e cresceram no mercado nacional e internacional, tendo 2000 associados dos quais 50% estiveram presentes nas comemorações, mostrando assim a existência de uma força e empatia que existe em torno da instituição.

Ao longo da entrevista refere ainda alguns pontos importantes como a obtenção da certificação de qualidade pela norma ISO 9001/2000, a diversidade de produtos de qualidade reconhecida  tendo alguns sido premiados em concursos nacionais e internacionais, da alteração ao nível da imagem de alguns produtos, da modernização das instalações, do Núcleo Museológico dedicado ao Enoturismo, das perspectivas comerciais para o ano em curso – referindo que tem um ano de muito trabalho pela frente pois pensam crescer embora não tanto como desejariam.

Finalmente na conclusão da entrevista, José Eduardo Lopes deixa uma mensagem a todos os associados, clientes e potenciais cliente das Caves de Santa Marta: “Aos nossos clientes a mensagem é a de que podem continuar a acreditar no nosso rigor e a confiar no nosso produto, pois é para isso que trabalhamos todos os dias e é a isso que temos habituado as pessoas, a comprarem um produto que é de confiança. Somos uma empresa responsável e, como tal, trabalhamos para que o produto vá para o mercado com a maior transparência, rigor e confiança, porque sabemos que ele irá ser consumido por alguém e queremos que o consumidor fique amplamente satisfeito e repita a experiência.

Aos nossos associados, a esperança, de que realmente, apesar do graus de dificuldades da economia, e muitas vezes das políticas pouco ponderadas, que trazem alguns problemas e desgastes desnecessários, pois a prática é bem diferente da teoria, vamos conseguir uma vez mais alcançar os nossos objectivos”.

 

Fonte: Vida Rural [Janeiro/Fevereiro]

 

 

 

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