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António e Bernardo Saldanha

 

Bernardo e António Saldanha guardam para si o título de Cliente número 1 da AGROGESTÃO. De facto foram eles, que em 1998, foram os primeiros a implementar nas suas explorações o sistema que hoje, quase 17 anos depois, é o mais utilizado em Portugal.

Com sede na Azinhaga, situada no Concelho da Golegã, Distrito de Santarém – o coração produtivo do Ribatejo – os dois irmãos gerem em conjunto duas quintas: a Quinta de Santa Margarida, e a Quinta de Miranda, com 55 ha e 173 ha, respectivamente. Hoje em dia toda a área está preparada para o regadio, mas eles bem se lembram do percurso que tiveram que calcorrear desde os tempos em que assumiram as terras da família no ano 1989. Desde então que quase todos os anos fizeram investimentos para poderem estar na situação em que hoje estão.

Neste percurso foram acompanhados pela AGROGESTÃO que os apoia tanto nas pequenas coisas do dia-a-dia como o controlo financeiro da empresa ou nas grandes decisões da exploração, planeamento do curto prazo, como nas opções estratégicas.

“Com o controlo que temos sobre as contas de cultura, podemos ver tudo. Lembro –me de vários exemplos: abandonámos a cultura da beterraba por não apresentar, para nós, resultados interessantes, concluímos que para a nossa estrutura de exploração não compensa fazer cebola, que apesar de ser uma boa cultura implica um elevadíssimo custo em mão-de-obra já que é muito exigente em tratamentos e lembro-me também das análises que fizemos à volta de uma parcela de regadio, em que optámos por fazer um investimento num sistema de rega, uma vez que os custos com a mão-de-obra eram muito elevados”, “o investimento foi caro mas no fim compensou.” - Bernardo Saldanha

É o mais novo dos dois - Bernardo Saldanha – que passa o seu dia-a-dia na exploração, controlando directamente as operações no terreno e assume sozinho, todos os processos administrativos.

António Saldanha é formado em Engenharia Agronómica no Instituto Superior de Agronomia e é, hoje em dia, um dos responsáveis máximos de uma das casas mais emblemáticas do Ribatejo a Casa Cadaval. Apesar de não estar no dia-a-dia na exploração da família, acompanha-a bastante de perto: “consulto com amiúde os resultados do AGROGESTÃO. Verifico o que se fez, qual a rentabilidade, quais os pontos fracos e onde posso melhorar...”

Quando ainda frequentava o curso, António Saldanha lembra-se perfeitamente de uma aula de Economia Rural em que o Professor, a propósito do futuro da agricultura portuguesa face aos desenvolvimentos que se previam nas políticas comunitárias, dizia que a agricultura no Ribatejo não era dependente das ajudas. “Eu disse-lhe que não era bem assim e que como tinha o AGROGESTÃO podia demonstrar o contrário.”

“O AGROGESTAO é uma ferramenta de trabalho assim como é a terra, capital ou mão-de-obra.” - António Saldanha

Todos os anos fazem um planeamento meticuloso para o orçamento anual. “Por exemplo, a preparação da terra é uma operação que depende das características do terreno, do próprio ano, do preço do produto final, etc, então, consulto no AGROGESTÃO de anos anteriores, quanto custou a operação preparação do terreno duma determinada forma, comparo com os agricultores da zona e consoante o preço de mercado opto por uma preparação de terreno mais ou menos cuidadosa. Nos anos anteriores, como o preço do milho estava muito baixo fizemos uma preparação menos cuidadosa, agora como o preço subiu, optámos por fazer uma preparação mais cuidadosa, com vista a uma maior produção.”

 “Em termos futuros vamos continuar a estar atentos ao que se passa no mercado, o que não quer dizer que vamos seguir a última moda que apareça. Se houver uma oportunidade de fazer uma cultura, mesmo que pareça óptima, mas a exploração não reunir as condições indicadas em termos de terra, capital e mão-de-obra para o fazer, de certeza que não apostamos nessa nova cultura.” - António Saldanha

 

 

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