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Casal de S. José

A empresa agrícola Casal de S. José, Sociedade Agrícola, Lda e em especial a sua diretora geral – Eng.ª Mónica Fialho é sem dúvida um caso de sucesso da fruticultura do Oeste. O seu segredo é bem capaz de ser a sua capacidade de gerir a empresa de uma forma multifacetada. As suas elevadas capacidades técnicas de produção combinadas com uma capacidade/vontade de olhar para os mercados e para os seus pares, juntamente com uma boa dose de visão estratégica, dão uma combinação feita para o sucesso. João Calvão – FZ AGROGESTÃO

Casal de S. José, Sociedade Agrícola, Lda está localizado em Freiria, concelho de Torres Vedras, tendo uma área total de 60 ha, dos quais 20 ha são de pomar e 36 há são de vinha.

A partir de 1995, foi Mónica de Azevedo Fialho, licenciada em Engenharia Agrícola pela Universidade de Évora, quem assumiu a gestão desta exploração agrícola familiar, procurando desenvolver uma projeto empresarial visando o reforço da área de pomar, a introdução do regadio, a reestruturação de todas as vinhas, a renovação do parque de máquinas e melhoramentos fundiários.

  

Para o efeito, e na qualidade de jovem agricultora recém-licenciada, recorreu a projetos de investimento e procurou conciliar as culturas/variedades pretendidas com as características edafo-climáticas da região e com as previsões de evolução comercial das mesmas. Assim, a produção frutícola tem vindo a centrar-se na Pêra Rocha e nas maçãs Royal Gala, Galaxy e Reineta, com comercialização através de um agrupamento de produtores (Campotec SA/Melro.com). Quanto à produção vitícola, tem sido orientada para vinhos regionais e VQPRD, sendo a uva entregue em Adega Cooperativa.

Até 2005 o controlo técnico-financeiro das atividades da exploração foi efetuado com recurso ao sistema RICA. Só então foi implementado o AGROGESTÃO.

“...A passagem do RICA para o AGROGESTÃO traduziu-se numa melhoria significativa, quer no menor tempo despendido a registar informação, quer na possibilidade de obtenção, em qualquer momento, dos resultados de exploração pretendidos: contas de cultura, gestão de stocks, gestão de fornecedores e clientes, etc.” Mónica Fialho – Diretora Geral

Outro aspeto interessante do AGROGESTÃO, nas palavras de Mónica Fialho, “...é a constante atualização do programa, resultado do esforço de melhoria e qualidade de serviço que a empresa quer fornecer aos seus clientes. Existe, sem dúvida, o fenómeno causa-efeito: qualquer constrangimento verificado por um produtor relativamente ao AGROGESTÃO é estudado, solucionado e aplicado nas já referidas atualizações que irão beneficiar todos os outros produtores”.

Nota: Em 2003, Mónica de Azevedo Fialho foi a vencedora da primeira edição do Prémio Anual de Agricultura (instituído pelo Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas) na categoria “Agricultor do Ano”.


 

 

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